Bem, ambas somos personagens controversas. Realmente controversas. Se eu sou uma personagem? Ahn, pode-se dizer que sim. Às vezes eu penso que não sou uma pessoa de verdade. Você, que está me lendo. Se nunca me viu, como pode dizer que eu existo?
Bom, vamos presumir, para efeitos deste post, que eu exista. Por enquanto. Depois discutimos o tema da minha existência ou não. Caso eu exista, sou uma personagem controversa. Assim como ela. No último programa que vi, houve a ceninha clássica do julgamento de Capitu. Sabe como é, alguns a julgam uma mulher imoral, outros uma inocente ultrajada.
É mais ou menos assim comigo, embora talvez em níveis menos dramáticos. O que eu quero dizer é que, entre as pessoas que me conhecem, algumas vão falar maravilhosamente bem de mim, ao passo que outras me odiarão a ponto de querer comer o meu fígado - aliás, não façam isso. Eu preciso dele.
Enfim, esse post não tem uma moral da história, ou coisa assim. O próximo pode ter. Ou não. Isso não é um livro de moralizações, é um blog. Beijos.
